1º Ano Ensino Médio Egito

Posted on fevereiro 12, 2013

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Egito

Assim diziam os camponeses no Egito quanto aos seus principais produtos: “o trigo para fazer o pão, o linho para fazer os tecidos, a uva para fazer o vinho e a cevada para fazer a cerveja”.

A história do Egito divide-se em três grandes períodos: Antigo ou Alto Império, Médio Império e Novo ou Baixo Império.

Antigo Império 3200 – 2000 a.C.

O primeiro Imperador do Egito foi Menés que unificou o Alto e o Baixo Egito iniciando o período conhecido como Antigo Império. A capital era a cidade de Tinis, mas com a sucessão de faraós ao longo do tempo, a capital mudou para Menfis.

Neste período foram construídas as Pirâmides de Quéops, Quefrem e Miquerinos. As pirâmides são consideradas como grandes sepulturas destinadas aos faraós. Tinham a finalidade de proteger o corpo do faraó, assim como seus pertences: jóias, armas e alguns objetos; quanto maior fosse a pirâmide, maior seria a sua glória. Os egípcios acreditavam na vida após a morte, por esta razão, enterravam os faraós com os seus pertences, para que fossem utilizados pelo mesmo em outra vida.

A religião era politeísta, com cultos a Amon –Rá, Osíris, Ísis, Hórus e Set, além de deuses menores.

Durante o Antigo Império existiu uma grande centralização política, o que garantiu aos seus comandantes o poder político, religioso e militar, dando status de deus ao faraó, o qual acreditavam que tinham poder sob as cheias do Nilo, garantindo alimento a todos.

Ao longo do tempo alguns faraós não apresentaram a mesma habilidade política que os anteriores, o que proporcionou várias crises internas, possibilitando o fortalecimento dos monarcas (líderes das tribos que compunham o Egito conhecidas como “nomos”) e também dos sacerdotes que deixaram de respeitar o faraó.

O Médio Império. (2000 – 1750 a.C.)

 

Durante este período, os faraós conseguiram novamente centralizar o poder e estabeleceram na cidade de Tebas a nova capital. O destaque desta nova era são as grandes obras de irrigação, que proporcionaram aumento na produção de alimentos e uma certa tranqüilidade interna, o que durou até ocorrer a invasão do hicsos, povo da Ásia Menor, que  utilizavam-se de cavalos, carros de guerra e armas de ferro desconhecidos pelo egípcios. Nesse período, os hebreus também invadiram o Egito e passaram a se localizar na região produtiva do delta do Nilo juntamente com os hicsos, isolando a capital de Tebas.

O Novo Império (1580 – 622 a.C)

O Novo Império destaca-se num primeiro momento pelo movimento nacionalista/militar liderado por Amósis I que culminou na expulsão dos hicsos e na escravização dos hebreus até 1250 a.C., período relatado no livro do Êxodo.

Neste período nota-se uma documentação um pouco maior devido à proximidade temporal, o que não significa que poderemos relatar toda esta fase. Abaixo segue um pequeno resumo sobre alguns faraós que se destacaram neste período:

Tutmés III : ampliação do Império.

Ramsés II :  ampliação do Império, derrotou os hititas, povo que vivia ao norte da Palestina, a sua vitória possibilitou a aquisição de riquezas para as construções dos templos de Luxor e Karnac.

Amenófis IV ou Amen-hotep IV: para anular o poder dos sacerdotes que voltava a crescer e minimizava o poder do faraó, Amenófis IV instituiu o culto monoteísta ao deus Aton, “circulo solar”, realizando uma grande reforma religiosa, descontentando os sacerdotes. Para fortalecer o seu poder, o Faraó mudou a capital para Tell el-Amarna, e nomeou-se o único mestre religioso, mudando seu nome para Akhenaton. Era casado com a rainha Nefertiti ou Nefertire e juntos, lideraram o culto monoteísta desafiando os sacerdotes e, apesar da resistência, conseguiram um grande número de adeptos em todo o Egito. Sobre essa questão, é importante ressaltar que é possível encontrar em algumas fontes informações que sugerem que a rainha poderia ter governado o Egito como Rainha Faraó após a morte do esposo, sendo obrigada a restabelecer o politeísmo. Tal hipótese não é aceita amplamente pelos egiptólogos e a tese mais aceita é a de que a rainha teria falecido no parto do filho Tutankhaton e o Faraó teria se casado novamente. Infelizmente muitos documentos que remontam a este período foram perdidos ou destruídos ou para os mais esperançosos, ainda não foram encontrados pela arqueologia. Com a morte de Akhenaton os sacerdotes obrigam Tutankhaton a mudar o seu nome para Tutankhamon e restabelecem o politeísmo. A mudança nas últimas letras simbolizaria o culto a “Aton – monoteísta” e a “Amon – politeísmo” relembrando Amon-rá e os outros deuses. Tutankhamon ainda tentou restabelecer o monoteísmo, mas foi impedido pelos sacerdotes.

Ao longo dos anos, os sacerdotes novamente ganharam espaço no cenário político e passaram a ignorar as ordens do faraó, o que resultou em mais uma grande crise, culminando na queda do Império Egípcio com a invasão dos Assírios, liderados por Assurbanipal em 622 a.C. .

Em 650 Psamético I liberta o Egito dos Assírios promovendo a recuperação econômica e cultural que ficou conhecida como Renascença Saíta, em homenagem aos soberanos da cidade de Sais. Contudo, a prosperidade de Saís não durou muito tempo sendo conquistada pelos persas em 525 a.C., liderados por Cambises.

A Sociedade Egípcia.

*Faraó.

*Família.

*Nobreza.

*Sacerdotes.

*Escribas.

*Exército.

*Artesãos, Camponeses e Comerciantes.

*Escravos.

Entre os funcionários reais do faraó destacamos o VIZIR que o  seu conselheiro e supervisor das construções no Egito.

Escravidão: poderia ser por dívida ou guerra. O escravo no Egito não era considerado uma mercadoria, ele poderia adquirir propriedades, testemunhar em tribunais e casar com pessoas livres. Alguns egiptólogos consideram que não houve escravização no Egito no sentido clássico.

MODO DE PRODUÇÃO ASIÁTICO.

O modo de produção asiático baseava se em dois pilares a agricultura de regadio e a servidão coletiva. A agricultura de regadio é aquela que é depende das obras hidráulicas como no Egito e na Mesopotâmia. Para o conceito servidão coletiva é necessário que o Faraó, Rei ou Imperador seja proprietário da maioria das terras do território, sendo também ele dono de servos e escravos, no qual o líder pode convocá-los a qualquer momento seja para o trabalho agrícola, construção de templos ou obras hidráulicas. O que garantia ao Estado o poder sobre tudo que era produzido, mantendo o controle dos excedentes agrícolas. Outro ponto importante deste sistema é o surgimento de uma camada social denominada de nobreza (força dominante), que é mantida com esse excedente.

É possível encontrar o modo de produção asiático na Índia e na China.

Cultura

A produção cultural destaca se nas esculturas religiosas conhecidas como Antropozoomórficasque mistura traços humanos a de animais.horus anubis esfinge gizé

                                    

 As imagens acima são de Hórus, Anubis e a Esfinge de Gizé.

Desenvolvimento da Astronomia, segundo alguns egiptólogos é possível que por volta de 2000 a.C. os egípcios já conheciam cinco planetas: Marte, Júpiter Mercúrio e Vênus e Saturno, o que não pode ser confirmado com total certeza já que os escritos da antiguidade são escassos. Mas através da observação dos astros criaram o calendário solar que dividia o ano em 365 em 24 horas.

Na matemática desenvolveram a aritmética e a  geometria.Como os estudos sobre a anatomia que permitiu um satisfatório avanço nos procedimentos de cura. Outro ponto em destaquem também foi a arquitetura com a construção das pirâmides.

Escrita

Assim como os sumérios, os egípcios também desenvolveram a escrita a partir de sinais, primeiramente os pictogramas: significado de coisas e objetos; ideogramas: sugestão de ideias; e os fonogramas: sinais que representam sons (letras).

Os Egípcios desenvolveram três tipos de escrita hieroglífica: escrita sagrada; hierática: para assuntos administrativos; e a demótica: de uso popular.

A tradução da escrita egípcia somente foi possível no final do século XVIII durante as invasões napoleônicas ao Egito quando um soldado encontrou a Pedra da Roseta, em que estava escrita uma mensagem em caracteres demótico, hieróglifo e grego. O estudioso orientalista francês Jean François Champollion conseguiu decifrar os hieróglifos em 1822, o que abriu as portas para os estudos sobre o a história do Egito Antigo.

Civilizações Mesopotâmicas

A região da Mesopotâmia é conhecida como o berço das civilizações do Antigo Oriente, sua denominação deriva de “terra entre rios”, devido aos rios Tigres e Eufrates. O clima é árido com chuvas escassas, o que tornava muito grande a dependência dos rios.

Geograficamente, a Mesopotâmia divide-se em regiões ao norte, com terras menos produtivas cercada por montanhas, e ao sul, com planícies aluviais, região extremamente fértil. A área foi o foco de grandes migrações, atraídas pela fertilidade das terras e tornou-se densamente habitada. Devido ao terreno plano, a região era alvo de inundações destrutivas, sendo necessário construir complexas obras hidráulicas a fim de evitar problemas agrícolas e sociais. (As primeiras notícias de um grande dilúvio surgiram nesta região através da Epopéia de Gilgamés ou Gilgamesh).

Apesar de Egito e Mesopotâmia fazerem parte do Crescente Fértil há algumas diferenças entre ambas. O deserto para os egípcios era um obstáculo natural às invasões de povos nômades, o que não ocorreria com a Mesopotâmia, que apresentava uma região aberta a povos hostis, o que fez com que sua população desenvolvesse uma estrutura militar muito rígida.

CRESCENTE FÉRTIL.

crescente-fertil

Quanto à religiosidade, mesmo com algumas semelhanças não devem ser confundidas. A imagem do faraó no Egito era equiparada aos Deuses, o que não acontecia na Mesopotâmia, apesar dos governantes também terem a sua imagem vinculada aos Deuses, estes não eram vistos como divindades, eram reconhecidos pela sua importância administrativa e moravam em grandes palácios com um grande corpo de funcionários.

Pirâmide Social

*Rei

*Sacerdotes

*Militares de alta patente

*Grandes Proprietários Rurais

*Comerciantes

*Artesãos

*Camponeses

*Escravos

Com a formação dos Impérios surge o termo: Impérios Teocráticos de Regadio, a expressão significa um Estado organizado politicamente e ligado à religiosidade (Teo-Deus / crático-governo). A base econômica é a agricultura com grande dependência dos rios e das obras hidráulicas.

MODO DE PRODUÇÃO ASIÁTICO.

O modo de produção asiático baseava se em dois pilares a agricultura de regadio e a servidão coletiva. A agricultura de regadio é aquela que é depende das obras hidráulicas como no Egito e na Mesopotâmia. Para o conceito servidão coletiva é necessário que o Faraó, Rei ou Imperador seja proprietário da maioria das terras do território, sendo também ele dono de servos e escravos, no qual o líder pode convocá-los a qualquer momento seja para o trabalho agrícola, construção de templos ou obras hidráulicas. O que garantia ao Estado o poder sobre tudo que era produzido, mantendo o controle dos excedentes agrícolas. Outro ponto importante deste sistema é o surgimento de uma camada social denominada de nobreza (força dominante), que é mantida com esse excedente.

É possível encontrar o modo de produção asiático na Índia e na China.

 

Comércio: A sociedade mesopotâmica era muito dependente do comércio externo, o que possibilitou uma grande atividade dos artesãos e a criação de um sistema monetário.

Sumérios

 

O primeiro povo a se organizar na região, apesar de não formarem um Império, constituiu uma grande sociedade com cidades-estados ligadas pela religião. Os sumérios consideravam as terras propriedades dos deuses, proviam a sobrevivência dos homens, que, em troca, deveriam servi-los.

Os templos religiosos recebiam o nome de Zigurate, eram santuários onde, segundo a crença, os deuses desciam a Terra para discutir com as lideranças locais as melhorias e penalidades do povo. O acesso a esse local era limitado à pessoas autorizadas.

*Os sumérios desenvolveram uma grande rede comercial que ligava o Mediterrâneo ao Indo.

* Por volta de 4.000 a.C. é inventada a primeira forma de escrita, a cuneiforme, que era utilizada em todas as cidades.

Pelo fato de não conseguirem chegar a um consenso na área governamental, as lutas entre as cidades-estado eram constantes, o que enfraqueceu o poder das cidades.

Por volta de 2.300 a.C. os sumérios sofreram a invasão dos acadianos, liderados por Sargão I.

Império Acadiano – Primeiro Império.

As cidades sumérias localizavam-se ao sul da Mesopotâmia, o povo acadiano habitava a região central. Liderados por Sargão I, aproveitaram o enfraquecimento das cidades sumérias devido aos problemas internos e dominaram toda região. Sargão I proclamou-se “rei dos quatro cantos da terra”. Após a invasão, os acadianos assimilaram a cultura suméria, como também a escrita cuneiforme.

As inúmeras guerras internas no Império culminaram, poucos anos depois, em sua queda. Outro fator que contribuiu para a sua desestruturação foram as invasões de vários povos nômades e semi-nômades, como os amoritas da região norte.

Império Babilônico

Os amoritas instalaram-se na cidade de Babel, passando por infinitas guerras com as demais cidades mesopotâmicas. Somente com Hamurabi os amoritas conseguiram impor o seu domínio em toda região constituindo no Iº Império Babilônico com uma forte estrutura militar.

Um grande aparato jurídico, conhecido como Código de Hamurabi, que era baseado na Lei Talião (pena proporcional ao crime – “olho por olho, dente por dente”). Ao analisar as penas do Código de Hamurabi, para a sociedade atual é possível que elas possam parecer brutais. No entanto, para a época, o princípio do Talião era considerado a mais pura justiça, o que garantiu a organização jurídica da sociedade e influenciou as gerações futuras.

O Código também estabelecia a possibilidade da pena ser paga na forma de recompensa econômica (gado, armas, moedas, etc).

Um dos pontos importantes de Hamurabi foi a centralização política, o que transformou a cidade da Babilônia em um grande centro urbano. Durante o seu governo ergueu uma grande Zigurate em louvor ao Deus Marduk que ficou conhecido como Torre de Babel.

Com a morte de Hamurabi, os seus sucessores não conseguiram manter a mesma governabilidade, que passa a ter vários problemas internos, sendo derrotados três séculos depois pelos assírios.

Império Assírio.

Os assírios localizavam-se ao norte da Mesopotâmia, em um primeiro momento eram uma sociedade agrícola mas, devido as várias invasões, modificou-se radicalmente a sua estrutura política transformando-se em um Estado militar.

*Formação do primeiro exército organizado, com carros de guerra, cavalaria, infantaria e armas de arremesso.

*O grande líder dos Assírios foi Assurbanipal que conquistou o Egito e construiu a biblioteca de Nínive, contando com um grande acervo de todas as regiões da Mesopotâmia.

Após a morte de Assurbanipal o Império caiu devido à corrupção dos sucessores e às guerras internas, sendo derrotados pelos caldeus.

IIº Império Babilônico ou Império Caldeu

 

O principal líder dos caldeus foi Nabucodonosor que conquistou o Reino de Judá, levando um grande número de hebreus que passaram a serem escravos por guerra, para a Babilônia. O episódio ficou conhecido como Cativeiro da Babilônia.

O governo de Nabucodonosor se destaca também pelo grande número de obras hidráulicas e pela expansão da agricultura com os Jardins Suspensos da Babilônia, criação de terraços agricultáveis.

Jardins_suspensos_da_Babilonia[1] jardins suspensos da babilonia

Com a morte de Nabucodonosor e o enfraquecimento interno o Império foi destruído pelos Persas sob a liderança de Ciro I.

Os Fenícios  “A civilização comercial marítima”

Conhecidos como povos do mar localizavam-se na faixa estreita ao sul do litoral da Palestina, regiões conhecidas atualmente como Síria e Líbano. Esse povo estava ligado diretamente ao Mar Mediterrâneo, o que permitiu o desenvolvimento da navegação, favorecidos pelas florestas de cedro, excelente madeira para construção de navios. Diferentemente dos demais povos orientais a atividade econômica fenícia não estava ligada à agricultura, apesar da grande produção de vinho e azeite, a principal fonte financeira era o comércio do artesanato: objetos de cerâmica, metal e vidro colorido.

Os fenícios não se limitavam apenas à exportação dos seus produtos, mas seu território funcionava como um entreposto comercial, transportando mercadorias dos seus vizinhos.

As navegações proporcionaram aos fenícios um grande conhecimento geográfico, astronômico e matemático.

Os fenícios não conseguiram formar um império unificando todas as suas cidades, uma das principais razões para tal fato era o relevo montanhoso e o distanciamento das cidades. As populações ficavam dispersas próximas aos portos. As principais cidades-Estado eram Trípoli, Tiro, Cartago, Málaga, Sevilha, verdadeiros centros manufatureiros e de transporte. Nessas cidades o poder era exercido por um rei que era auxiliado por um conselho de anciãos chamados de sufetasA pirâmide social era composta por mercadores, armadores, sacerdotes e artesãos, o número de escravos era muito pequeno.

Para facilitarem o escoamento de mercadorias os fenícios criaram em suas cidades e colônias as chamadas feitorias, eram grandes armazéns localizados no litoral que abasteciam os navios com mercadorias do território e recebia de outros sendo um grande ponto de armazenagem e troca.

No aspecto cultural os fenícios destacaram-se pelo desenvolvimento matemático e astronômico. Entretanto, a principal criação foi o alfabeto fonético com 22 letras, que surgiu para facilitar as negociações comerciais.

No final do século VI a.C. esse povo sofreu a invasão dos Persas liderados por Ciro I.

Os Persas

 

Por volta de 6.000 a.C. povos indo-europeus “arianos”, chegaram às regiões do Mar Cáspio e Golfo Pérsico e iniciaram o processo de sedentarização nesses locais formando dois povos: os medos e os persas.

Os medos não conseguiram se firmar como um grande império na região. No final do século VI a.C. em função das inúmeras disputas militares com povos vizinhos os medos enfraqueceram e foram derrotados pelos persas sob a liderança de Ciro Ique unificou as regiões do Reino da Média e o Reino Persa, formando o Império Persa.

Ciro I tem como grande destaque as invasões e a unificação de toda área conhecida como Antiguidade Oriental (Mesopotâmia), derrubou o IIº Império Babilônico que era liderado por Nabucodonosor encerrando o Cativeiro da Babilônia onde os hebreus eram tratados como escravos. Com fim do Império Babilônico Ciro I permitiu o retorno dos judeus que constituíram o Reino de Judá, ligado as Persas. A invasão das terras fenícias na Palestina permitiu a aquisição de todo o conhecimento marítimo desse povo; além de conquistas mais ao oriente como as regiões do atual Afeganistão, Paquistão e parte da Índia.

Com a morte de Ciro I assume o poder Cambises que em 525 a.C. dominou os egípcios aumentando o território.

Após o governo de Cambises assume Dario I, coube a este organizar o vasto império, um dos principais problemas de Dario I era administrar um vasto território com inúmeras diferenças culturais e religiosas, entretanto, o imperador conseguiu organizar os povos através do respeito à diversidade cultural religiosa. O império foi dividido em satrápias que nem sempre eram governadas por um persa e com tributação diferenciada.

Caros Alunos!! Satrápias são parecidos com os estados no Brasil.

No governo de Dário I também foi criada a primeira moeda de nível internacional confiável, o dárico. Entretanto, Dario I não obteve todo o sucesso desejado quando tentou invadir as cidades-estado gregas, iniciando as chamadas Guerras Médicas, sendo derrotado na primeira Guerra Médica.

Após a morte de Dario I seu filho Xerxes I motivado pelo desejo de derrotar os gregos iniciou a segunda Guerra Médica atuando em duas frentes de batalha: a leste pelo mar e a oeste atacando Esparta. Esse conflito que tem como destaque os “300 de Esparta” na batalha de Thermopilhas. Derrotados novamente e enfraquecidos militarmente o Império Persa passou por um processo de desintegração que irá culminar em sua queda com a invasão macedônica liderada por Alexandre Magno.

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